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Downton Abbey

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Já tinha um bom tempo que meu amigo tinha me dado a cópia de um CD com a primeira temporada de Downton Abbey. Porém, a preguiça correria do dia-a-dia não me deixava parar para começar a assistir. Mesmo vendo as propagandas na GNT e achando tudo lindo, o CD se manteve guardado por alguns meses. Ou anos.
Até que nas férias de três meses com muito o que estudar mas sem coragem alguma e evitando assistir Girls porque eu sei que me abalará emocionalmente de uma maneira que eu não me aguentarei por alguns dias, decidi começar assistir a série inglesa que eu já sabia ser bastante premiada... Mas hoje eu penso, onde eu estava com a cabeça?

O vício foi instantâneo. Eu acabei a primeira temporada em dois dias e se eu contar os dias em que assisti as quatro temporadas, creio que totalizaria em duas semanas.
Downton Abbey é uma propriedade de uma família da aristocracia inglesa. Residência da família Crawley e seus empregados, a abadia é cenário de eventos históricos. Para começar, o primeiro episód…

Uzumaki, a espiral do horror.

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Eu poderia começar o primeiro texto do ano dizendo que uma das resoluções de 2015 é escrever mais por aqui. Mas como eu já decepcionei uma das resoluções da minha agenda 2015, eu vou começar logo recomendando uma das últimas leituras de 2014.
Uma das minhas melhores amigas, a @burunax, é fã da cultura japonesa. Fã, na verdade, é um adjetivo fraco diante da coleção de mangás que há anos ela cultiva com seu irmão. Em novembro, eu me ofereci ela me convidou para arrumar todos os mangás nos armários novos que tinham ficado finalmente prontos. Note-se que quando eu digo mangás, eu me refiro a caixas e mais caixas com, no mínimo, mais de quinhentos mangás. Como nossa amizade já completou seis anos, fui introduzida no mundo dos quadrinhos japoneses há um certo tempinho. Mas foi nos últimos meses de 2014 que eu li um dos mangás mais sinistros de todos os tempos.
Enquanto arrumava e limpava, me deparei com Uzumaki, de Junji Ito.

- Que mangá é esse aqui? - Perguntei.
O Vitinho, irmão da minha amiga…

O sanduíche da Oprah. Porque eu mereço.

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Sabe aquele sábado tedioso que você passa no quarto lendo processos, fazendo petições iniciais, vendo o facebook por horas, passando o caderno a limpo para a prova de segunda feira... E para completar seu útero está próximo do período de sangria, logo seus hormônios estão loucos como os bêbados da última festa gay que você foi e seu humor uma verdadeira montanha russa, sujeito a lágrimas, abuso e gritos de raiva? Pois é. Esse foi meu sábado também. Diante desse sábado enfadonho, monótono, chato, maçante, fastidioso, insípido pra não dizer sábado de bosta do caralho mesmo, decidi pesquisar algo delicioso e fácil para tentar ir dormir com um pouco de alegria. Pelo menos uma alegria no bucho. 
Ante as diversas listas de comida salvas do Buzzfeed, o melhor site que essa internet já viu, encontrei essa receita: Oprah's Favorite Grilled Cheese. I KNOW! (GELLER, Monica). OPRAH'S!
Por ter tido um dia chato e difícil, eu acho que eu mereço o sanduíche favorito da dyva Oprah.
Ingredientes:

EU QUERO CAFÉÉÉÉÉÉÉ!!!!

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Eu sou bem suspeita para falar sobre café. Até já comentei aqui no blog sobre como sou degustadora dessa bebida dos deuses desde os meus quatro, cinco anos de idade. Nos últimos anos, temos visto o aumento das redes de cafés no Brasil com os famosos espressos (sim, espressos com s pela origem italiana da palavra), mas por outro lado, aquele velho mito de que o café, a cafeína e seus derivados fazem mal a saúde. Pois eu e um monte de cientista dizemos que NÃO! O café faz bem a saúde como vários outros alimentos, desde que consumido em quantidades razoáveis e não cinco garrafas ao longo do dia.

Vai dizer que você não sente o botão ligar quando o primeiro gole de café quente entra na sua boca nas primeiras horas da manhã? Além de ajudar na memória e no desenvolver de atividades, ajudando na concentração, o café tem se mostrado um grande aliado do organismo na defesa de doenças como diabetes tipo II (aquele tipo de diabetes que pode se desenvolver no decorrer da vida). Uma pesquisa recente…

"What you call 'love' was invented by guys like me. To sell Nylons."

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Eu poderia concentrar tudo o que eu acho de Mad Men em apenas uma personagem: Don Draper. Sim. Devo admitir que não foi a dica de um dos meus melhores amigos que me fez iniciar meu vício por essa série da HBO. Na verdade, não é da HBO, apesar de passar no canal aqui no Brasil (Estou vendo pelo Net Now, que está dispondo da série completa). Portanto, apesar do sexo frequente na série, você não verá peitinhos corpos nus como em True Blood.
Apesar de Don Draper, esse personagem maravilhoso, ser um dos principais chamativos do público feminino, a série acabou me revelando muito mais que apenas minha paixão por um cafajeste.


Iniciando-se na década de 60, Mad Men foca-se na história de uma agência de publicidade. Aliás, Mad Men era um ‘apelido’ para os publicitários da década de 50, como bem diz a série em seu primeiro episódio. A agência Sterling Cooper é uma das maiores da Madison Avenue, que promove o merchansing de uma das grandes empresas de tabaco dos Estados Unidos, a Lucky Strike. Sim…

All adventurous woman do.

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Já falei aqui das dificuldades que eu sinto com tudo isso de crescer, de passar pra vida adulta. Eu sempre acho que todo passo que eu der, vai me fazer cair. Todo passo que eu der, vai ser em falso. E eu sempre acho que eu sou a única, do mundo inteiro, desse mundo de mais de um bilhão de pessoas que sente essa insegurança na vida. Até a Lena Dunham me dizer que não. Girls é simplesmente a melhor série que a HBO já pode produzir pra me afirmar que eu não estou sozinha no mundo. Escrita, dirigida, produzida e atuada pela voz da minha geração (Lena Dunham), Girls retrata a vida de um grupo de garotas em Nova Iorque: Shoshanna, estudante do NYU; Marnie, quer trabalhar com artes; Jessa, não sabe exatamente o que fazer da vida, viajou o mundo e Hannah, eu. Sim, porque já me disseram que a série poderia se chamar ‘A vida de Bruna’. Hannah, atuada por Dunham, é uma aspirante a jornalista, que apesar de saber que quer ser escritora, não sabe exatamente o que fazer. Eu sou estudante de Direito…

Cadê a erva?

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Desde criança gostei de café. Não sei com quantos anos exatamente comecei a tomar. Mas definitivamente foi entre os quatro e cinco anos, porque aos seis eu sei que ele já acompanhava os biscoitinhos na casa da vó. Minha mãe sempre tomava com leite e o que eu mais gostava era quando ela estava perto de acabar a xícara, quando eu pegava as bolinhas de leite que se formavam no fundo (por ser leite em pó) inchadas pelo líquido mais gostoso do mundo. Ok, posso ser exagerada, mas é que eu realmente amo café. Vamos, o que te faz ficar disposta ao acordar e ter que ir pra faculdade ver uma aula chata? Uma xícara de café acorda. O que tomar pra ficar acordada ao ter que varar a noite estudando? CAFÉ. Tem gente que toma Red Bull, mas por favor. Aquilo é muito ruim (e pode te fazer ter um ataque cardíaco). O próprio título do blog aponta o amor que eu tenho pela bebida mais famosa do mundo. Os encontros com meus melhores amigos sempre acabam na cozinha, com uma garrafa de café e fatias de bolo. …